sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

5º Destino do Mochilão Sul do Brasil 2017: Santo Ângelo/São Miguel das Missões-RS

IMG_20171009_123755987Sabe aquele lugar tão-tão distante que vale a pena visitar? Um deles é São Miguel das Missões, bem próximo da fronteira do Brasil com a Argentina. Fizemos uma rota de ônibus um tanto não aconselhável saindo de Florianópolis. Isso porque são 13 HORAS de viagem e serras e mais serras, foi apavorante, ainda mais no escuro, um nevoeiro e chuva. Escolhemos esta rota porque iríamos parar em Passo Fundo, mas o tempo estava ruim e a cidade não oferece muitos atrativos. Aconselho ir a Missões por Porto Alegre ou até mesmo de avião (A Azul é a única que opera na região) até Santo Ângelo. Para chegar em São Miguel das Missões é necessário ir primeiro em Santo Ângelo (claro, se você não estiver de carro).

A cidade de Santo Ângelo faz parte dos Sete Povos das Missões e tem cerca de 80 mil habitantes. Com uma grande carga histórica, é um cidade boa de conhecer, mas requer olhos atentos, pois toda cidade próxima à fronteira pode ter todo tipo de gente circulando. Lá tinham algumas opções de hospedagens, mas como precisávamos reorganizar o orçamento depois de Floripa, optamos em ficar na “Pousada 7 Povos”(fica atrás da rodoviária, na R. Sete Povos das Missões, 467), com diária a R$ 25. Sim, baratinha mesmo. E não espere nada além de uma cama simples e chuveiro (coletivo ou no quarto). Por sorte ou pena, a dona nos ofereceu um quarto triplo com banheiro e TV.

IMG_20171009_1455231º DIA: Dedicamos em conhecer a cidade. Simples e sem muitos atrativos, Santo Ângelo ainda tem muito da história missioneira em algumas construções, como a “Catedral Angelopolitana” e a praça Pinheiro Machado (foto). É possível ir andando até a praça (cerca de 30 minutos), mas se a preguiça bater, tem um ônibus que circula, mas não tenho nenhuma informação sobre passagem ou trajeto. Próximo à rodoviária tem a “Sorveteria e Lanchonete Crebom”, que serve desde self-service à uma pausa para degustar um sorvete local. Uma refeição lá custa no mínimo R$ 23,00, mas dá pra comer bem. Experimentamos a “picanha à gaúcha”, uma delícia! Vejam algumas fotos das partes turísticas da cidade:

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2º DIA: O dia foi de muita, mas muita chuva. Não deu para seguir a nossa programação de ir a São Miguel das Missões, então o jeito foi descansar.

3º DIA: O tempo estava esquisito, mas arrumamos a mochila e fomos rumo a São Miguel das Missões. O ônibus tem quatro horários de segunda à sexta (08:00 – 11:00 – 15:30 – 18:20) e dois horários aos sábados, domingos e feriados (10:00 e 15:30(sábados), 9:30 e 18:20 (domingos e feriados)). O valor da passagem foi R$ 12,35. Como estávamos às vésperas do feriado de 12 de Outubro, conseguimos pegar o de 11h. A viagem dura aproximadamente 1h30, com várias paradas. Tivemos a sorte de quando chegamos em São Miguel o tempo melhorou mais um pouco. A grande surpresa está na hospedagem: ficamos na Pousada das Missões (Rua São Nicolau – 601 - Centro), da rede Hi Hostel. A diária de alberguista custa R$ 70 por pessoa (tanto no quarto coletivo quanto no duplo), e por isso, optamos pelo duplo (R$ 140 o quarto). Tirando ao sinal da internet inconstante (presente em toda a cidade), vale o dinheiro gasto (principalmente o café da manhã). Algumas fotos da Pousada:

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Aproveitamos que o sol abriu e fomos tentar conhecer os pontos turísticos da cidade: Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo (que possui um Museu), Ponto de Memória Missioneira e a Fonte Missioneira. As ruínas é tudo aquilo que promete: lindo de bonito!rs. Como era dia de semana, estava vazio e ótimo para aquelas dezenas de fotos. A entrada custa R$ 5 (inteira). Dentro do sítio há um Museu que guarda as esculturas que pertenciam à igreja principal.

Algumas fotos das ruínas de São Miguel Arcanjo:

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Próxima parada foi o “Ponto da Memória Missioneira”,que fica na mesma rua da Pousada. Lá é possível conhecer mais um pouco da história dos 7 Povos das Missões. A prefeitura mantém essa casa para que os visitantes possam ver algumas antigas esculturas  e tradições tanto dos  índios guaranis quanto dos primeiros moradores da região. Vejam algumas fotos do lugar:

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IMG_20171011_164009301Saindo de lá, seguimos à pé até a Fonte Missionária. Conseguimos circular pela cidade só com uma mapinha do hostel, pois é bastante tranquilo e a cidade é pequena. Já a Fonte Missionária não é “essas coisas”. Olha a foto ao lado esquerdo! “Descoberta em 1982 e restaurada em 1983, está localizada a 1 km do Sítio Arqueológico. Esta era uma das 7 fontes que abasteciam a redução, ainda hoje se encontram enterradas por São Miguel das Missões outras 6 fontes que brotam água cristalinas e se misturam nos rios e mananciais do município.”

IMG_20171011_232726À noite fomos assistir ao “Som e Luz” no sítio arqueológico São Miguel Arcanjo. O espetáculo acontece todos os dias (Janeiro/Fevereiro: 21h 30 min. Março/Abril: 20h; Maio/Junho/Julho: 19h 30 min; Agosto/Setembro/Outubro: 20h; Novembro/Dezembro: 21h) e o valor do ingresso é de R$ 14, aceitam meia entrada com carteirinha de estudante. Como tudo acontece ao ar livre, tudo pode acontecer, inclusive relâmpagos que nos confundiram com efeitos da apresentação.

4º DIA: O dia foi de folga e descanso porque choveu bastante (até com granizo) e faltou luz várias vezes ao dia. Só conseguimos sair para almoçar e comprar alguma coisa pra poder comer à noite. Como era feriado (12 de Outubro), foi bem difícil achar lugares abertos. Uma dica de um restaurante é o “Meu Cantinho”, que fica bem próximo à pousada e você come bem por R$ 20.

5º DIA: Mais um dia de chuva, mas tínhamos que deixar São Miguel. E lá fomos nós deixar a pousadinha confortável e o café da manhã delícia para várias horas de viagem de busão até chegar ao próximo destino: Santana do Livramento. Primeiro, fomos para Santo Ângelo (horários: Segunda à sexta (06:30 – 08:00 – 12:30 – 17:00), Sábados: (08:00 – 12:30) e Domingos e Feriados (08:00 – 17:00)), depois ônibus para Santa Maria, e às 20h outro ônibus para Santana (fronteira entre Brasil e Uruguai). Até o próximo post!

Fonte: http://www.portaldasmissoes.com.br/site/view/id/940/fonte-jesuita.html

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

4º Destino do Mochilão Sul do Brasil 2017: Florianópolis/SC

IMG_20171007_131132077Chegamos ao sexto dia de Mochilão e no último destino de Santa Catarina: Florianópolis. A viagem de Joinville para Floripa dura em torno de 3 a 4 horas, dependendo do trânsito. A “ilha da magia” é bonita sim, mas bem “salgadinha” para o nosso bolso. Na maioria das cidades, você encontra preços mais acessíveis no Centro. No entanto, em Florianópolis, o Centro está no nível de quase zona sul do Rio de Janeiro (quem conhece sabe do que eu estou falando). Optamos em nos hospedar no Floripa Hostel, da rede HI, com o valor de R$ 50 (para associados/o valor normal é de R$ 59) no quarto coletivo feminino. Para ter acesso a estes e outros descontos, é necessário fazer um carteirinha de alberguista  internacional válida por um ano. O valor é de R$ 40 e vale a pena quando você vai fazer uma viagem longa ou vai utilizar várias vezes durante um ano. O cadastro é realizado pelo site: http://hihostelbrasil.com.br/hipass/ . Vale lembrar que os albergues não possuem apenas quartos coletivos, há também privativos e familiares.

IMG_20171006_202312767Voltando ao “Floripa Hostel”, fica em uma área residencial e próximo à rodoviária (caminhando dá uns 10 a 15 minutos). Na rua há somente uma padaria (bem carinha por sinal) e você tem que andar alguns quarteirões para achar um mercado ou restaurante. O hostel é aconchegante, mas achei os quartos coletivos bem apertados (pelo menos no andar feminino). Mas, tinham dois banheiros que davam conta do fluxo da mulherada. O bom de Florianópolis é que temos acesso às comodidades de uma cidade grande, como Uber, 99táxi e o Ifood. Sim, o Ifood  funciona e “quebra um galho” quando não se tem restaurante barato por perto. No primeiro dia, somente deu para conhecer um pouco do “Beiramar Shopping” e ruas próximas. Este shopping passa longe de um bolso mochileiro, e se você tiver intenção de comer não sai de lá sem gastar uma boa grana que vai pesar no seu orçamento.

IMG_20171006_1046184312º DIA: Reservamos o dia para reencontrar a nossa mais recém-amiga Milena (a conhecemos em Blumenau), que estava na sua última parada do Mochilão (também de 25 dias) e sozinha! Achei sensacional, pois muitos pensam ser algo perigoso, mas pelos relatos dela percebemos que não é. São muitas amizades e experiências que acumulamos pelo caminho. Bom, o dia não estava muito sugestivo à praia, mas fomos assim mesmo. Milena estava hospedada na Lagoa da Conceição (ao leste da Ilha), então resolvemos nos encontrar na Praia Mole (foto). É uma praia mais para surfistas, pois tem um vento bem favorável para as ondas. Exploramos um pouco a região das pedras e depois partimos para outra Praia: Joaquina. Uma fica relativamente próxima à outra, mas é necessário transporte (ônibus ou carro). Optamos em chamar um Uber, já que iria sair mais barato que um ônibus.

IMG_20171006_114616860Na praia da Joaquina(foto à dir.) estava com muito vento também, mas o sol abriu e deu para tirar umas fotos. O nosso plano era conhecer mais praias, mas o tempo estava instável e a água bem gelada. Resolvemos ir almoçar na Lagoa da Conceição. Lá é um bairro bastante diversificado e à noite é sempre bem movimentado. Mas, neste dia só fomos almoçar em um PF que a Milena achou (Café dos Sonhos- Tibita, na Tv. Leopoldo João Santos, 21) próximo aos Correios. Não gastamos nem R$ 15 com um bom prato de comida e refrigerante. Para não perder o resto do dia, fomos andando ao terminal de ônibus e voltamos ao Centro de Florianópolis. Porém, pegamos a Linha que ia pela Beira-mar, e aí foi uma sofrência só. Tirando SP e o centro do Rio na hora do rush, nunca vi trânsito tão horroroso às três horas da tarde. 

O resultado foi que ao chegar ao IMG_20171006_154041298centro de Floripa, a chuva chegou junto e só deu para sair correndo para o Mercado Público Municipal (foto). Lá é o paraíso das lembrancinhas. Pesquise bem, pois você vai achar os seus itens de lembrança para os amigos ou de acervo pessoal com preços bem em conta. Também há vários restaurantes para todos os gostos, mas a nossa visita limitou-se apenas para conhecer o lugar e fazer compras. E como a chuva continuou, só nos restou passar no supermercado para compras de itens de sobrevivência (água,biscoito e outras guloseimas) e voltar ao Hostel. A sugestiva noitada deu lugar ao sofazão da sala de descanso e à TV a cabo.

3º DIA: Quando a gente achou que o tempo ia melhorar, amanheceu nublado e com aspecto de que ia cair muita chuva. Então, usamos nossa fonte de informação que estava na praia do Campeche e lá a situação não estava diferente. Decidimos pelo “Plano B” que era conhecer o centro de Floripa com a nossa amiga de Salvador (Milena). Andamos pelo Centro Histórico e depois fomos ao Mirante da Praça Hercílio Luz. Fizemos todo o trajeto à pé e com nossas capinhas de chuva (que por sinal fizeram muito sucesso. rs).
Vejam algumas fotos do Centro: A figueira centenária, o Museu Histórico de Santa Catarina e o calçadão da Felipe Schmidt

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Mas, antes de seguir para o Mirante, encontramos um pequeno restaurante chamado Vitória (R. Conselheiro Mafra, 704) para almoçar. O buffet lá é liberado e com refri litrão dividido pagamos R$ 14,80. Finalmente algo bom e barato no centro de Floripa! Fica na mesma direção do mirante, então foi comer e seguir a caminhada.
Vejam algumas fotos do Mirante da Praça Hercílio Luz:

IMG_20171007_130804064IMG_20171007_131132077Confesso que Floripa me agradou muito e quero voltar um dia, mas com muito sol e calor para aproveitar e conhecer todas as suas praias. É uma cidade limpa e relativamente segura (pois no Brasil não há lugar 100% seguro). Como voltou a chover, somente nos restou retornar ao Hostel e planejar pelo menos uma saída na última noite na Ilha. Mesmo com uma chuva fraca, pegamos um táxi e subimos (e descemos) a pequena serra para jantar com a Milena em Lagoa da Conceição. Lá à noite realmente é muito agitado e tinha até um espaço com food trucks. Escolhemos a lanchonete “Querubim” (R. Henrique Veras do Nascimento, 255) que serve o hambúrguer mais gigante que já comi. kk. Você não sai de lá sem consumir menos que R$ 30. Mas o importante é que a noite foi agradável e deu pra gente se despedir da nossa recém-amiga mochileira Milena, que estava acabando a sua jornada.

IMG_20171007_090541493_HDR4º DIA: Foi a manhã mais chuvosa dos dias em que ficamos em Florianópolis. O nosso ônibus para Santo Ângelo (Rio Grande do Sul) somente sairia 19h30 da rodoviária, então pedimos uma meia diária para poder ficar descansando e só observando a chuva pela janela. Optamos pelo Ifood para o nosso almoço, e só deixamos o hostel por volta das 18h. Florianópolis é uma cidade bem organizada, com um trânsito estranho, vários terminais de ônibus que dão um “nó” na cabeça de quem não está acostumado e um custo de vida bastante alto. Fiquei muito curiosa para conhecer mais, mas como tínhamos várias cidades para explorar foi preciso seguir em frente e encarar uma longa viagem ao Sul (bem Sul mesmo) do Brasil. Até o próximo post!

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Água, o essencial (e caro) em qualquer viagem!

677Você já parou para pensar o quanto gastou consumindo água em sua última viagem?Vamos simular que você não levou nenhuma garrafinha reserva e já saiu comprando aquela água cara do aeroporto. Dali pra frente é só gastos e mais gastos. A primeira lição é entender que suco ou refrigerante não vão substituir a água que você precisa consumir diariamente. A partir disso, você começa a pensar que vai ter que consumir em média 2 litros de água por dia, e se for comprar aquelas garrafinhas de 500 ml, você vai gastar de R$ 16 a R$ 32 por dia! o valor de um almoço ou jantar. Isso porque a média de valores que vendem estas garrafinhas é de 4,00 a 8,00. Com o passar do tempo você vai aperfeiçoando a arte de economizar em viagens, mas se tiver orientação é bem melhor, não é mesmo?

frasco-do-plástico-de-5-litros-8342471Independente da duração da viagem, a minha dica é que você vá ao mercado e compre 3 garrafas lacradas de água mineral (já achei até de 0,80!). Assim você não acumula peso na bagagem e já tem o seu primeiro dia de água garantido. Chegando ao seu destino, procure logo um mercado ou mercearia que venda aqueles garrafões de 5 litros. Eles custam em média R$ 5 ou R$ 6. Se estiver mais de uma pessoa com você, vale comprar mais de um garrafão. Aí é só ir abastecendo as três garrafinhas conforme necessidade. Se você estiver hospedado(a) em um local com geladeira ou frigobar, marque as suas garrafas para que o estabelecimento não ache que você está consumindo as dele. Se não tiver, conforme-se em beber água natural (eu já estou mais que acostumada). Não é ruim e mata a sede sim! Não esqueça de transportar as suas garrafas (mesmo vazias) para todos lugares, pois pode ser que apareça algum bebedouro e você economiza mais um pouco. Se preferir levar uma squeeze ou outro tipo de garrafa, também não é ruim, mas é um volume a mais em sua mochila. As garrafas de plástico podem ser descartadas ao final de cada semana (no caso de viagem longa) e será menos volume na hora de voltar pra casa. E se o lugar que eu for não vender este garrafão? Compre a de 1,5 lt ou 2 lt,vai depender do valor total. Bom, essas foram as minhas dicas de uma viagem com muita hidratação e pouco prejuízo financeiro em água. Então, economize, mas NÃO deixe de beber ÁGUA!

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

3º Destino do Mochilão Sul do Brasil: Joinville/SC

IMG_20171004_162846708E Vamos falar de Joinville! É uma cidade simpática, mas não turística. Eu e minha amiga Vanda chegamos lá no dia 04/10 no final da manhã. Então chamamos um uber direto ao nosso destino: Hotel Bella Júlia, que fica bem próximo ao  “Zoobotânico” e ao “Mirante de Joinville” (as atrações que valem a pena na cidade). A diária para quarto duplo é de R$ 100. Tínhamos planejado dois dias em Joinville, mas pesquisando aqui e ali, percebemos que um dia seria o suficiente. Então, assim que chegamos, deixamos nossas mochilas no Hotel e fomos caminhando até o Zoobotânico (cerca de 10 minutos). Mas antes, paramos para almoçar no restaurante “Casa do Capitão”(bem na entrada do Zoo). Boa comida e com um preço bom (não gastamos mais que R$ 20 comida+suco). De lá, fomos visitar o Zoobotânico (entrada gratuita). *”O parque traz a flora e a fauna da Mata Atlântica, com 200 animais em cativeiro, como tucanos e jabutis e muitos outros que co-habitam o parque com o complexo florestal do Morro da Boa Vista. O local tem uma área de 17 mil metros quadrados e foi construído após uma reivindicação dos moradores da cidade. O parque tem uma área reservada para a recreação infantil.”
Vejam algumas fotos:

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No Zoobôtanico existe uma linha de ônibus que leva ao “Mirante de Joinville” no morro da Boa Vista. Você paga R$ 4,50 e tem direito a voltar. Os intervalos dos ônibus são de aproximadamente 40 minutos durante  a semana e 20 final de semana. Se quiser subir de graça, tem que ter um bom preparo físico para encarar as ladeiras (todo trecho é asfaltado). O trajeto à pé de aproximadamente 2,3 km. Não é permitido a entrada de veículos particulares ou motos. Mesmo com espírito de aventura, fomos e voltamos de ônibus.

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O mirante possui dois pontos de observação em uma trilha suspensa de madeira de 600 metros. Quando o ônibus estaciona, difícil saber por onde começar a sessão de fotos. E nós começamos pelo mirante principal: com uma altura de 14,5 metros em relação ao solo e uma área de 70 metros quadrados, é uma estrutura em concreto armado, que contempla escadaria e elevador (no dia não estava funcionando). Também há banheiros e bebedouros. Esta estrutura está a 240 metros do nível do mar e permite uma visão em 360 graus da cidade de Joinville. Ao chegar no topo, o barulho do vento e a paisagem são atrações imperdíveis.

IMG_20171004_141811037_HDRIMG_20171004_141918659_HDRAo descer do Mirante principal, você vê uma estrutura de madeira que chamam de “Janela de Contemplação”, uma espécie de segundo mirante, com dez metros de altura, que oferece uma visão privilegiada da área central e do bairro América. O piso em madeira de itaúba tem uma área de 138 metros quadrados. Também vale visitar para tirar aquelas fotos!


IMG_20171004_142406753Para completar o passeio, fizemos a trilha suspensa  (foto) em volta do Mirante. Muito legal! E por sorte da Vanda, não vimos nenhuma cobra (ela odeia. rs). Depois de explorar tudo, o jeito foi esperar o transporte da volta. O legal é que o terminal desse ônibus fica no Centro da cidade. Sendo assim, conseguimos dar continuidade ao nosso passeio. Chegando no Centro, fomos a dois pontos turísticos: a Rua das Palmeiras e o Museu Nacional da Imigração e Colonização.


IMG_20171004_153414417_HDRA Rua das Palmeiras (foto à esq.) foi construída entre 1866 e 1870. A rua principal é interditada para passagem de veículos, sobrando espaço para aquele passeio de fim de tarde ou final de semana. IMG_20171004_153021702Achei tudo muito conservado tranquilo. Ao final da rua tem o “Museu Nacional da Imigração e Colonização”(foto à dir.). O local guarda objetos e documentos relacionados ao processo histórico de imigração e colonização no sul do país e constitui um importante ponto turístico da cidade. O museu possui entrada gratuita e é aberto de terça a domingo das 10h às 16h. Decidimos então conhecer o último ponto interessante (para nós): o Pórtico de Joinville. Chamamos um táxi (99táxi) pra usar aquele descontinho básico e lá fomos nós! O Pórtico possui apenas o “Pórtico”, pois o atendimento ao turista não funciona. Ao lado há um Moinho e um bar (bem caro por sinal). Ao lado deste bar, é só você descer as escadarias que há uma ponte com um lago com patos. Ali já é a Expoville de Joinville. Vejam algumas fotos:

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Voltamos de Uber até o hotel, e finalizamos nosso roteiro. A noite foi apenas para descanso e sanduba na cozinha do hotel mesmo. rs. Por quê mais uma vez usamos serviço de Uber?e agora 99táxi? Porque tínhamos pouco tempo para rodar tudo e também por comodidade.

No próximo post, dicas de um item essencial em um mochilão e para sua saúde: Água! Muita água!! Até!!

domingo, 12 de novembro de 2017

2º Destino do Mochilão Sul do Brasil 2017: Blumenau/SC

IMG_20171002_194356298O trajeto mais lógico saindo de Curitiba seria Joinville, mas como estávamos às vésperas da “Oktoberfest’ (altíssima temporada), o mais econômico seria ir primeiro à Blumenau. E fomos! Reservamos isso para os dias 2 a 4 de Outubro de 2017. Foi um trajeto bem cansativo (quase 5 horas de ônibus,) mas deu tudo certo. Nos hospedamos no aconchegante Stamm Hostel, (foto) que ainda estava vazio. A localização é boa (mercado e restaurante por perto), mas fica um pouco distante do Centro (para quem anda a pé). As desvantagens deste Hostel é não incluir o café-da-manhã na diária (pagamos R$ 50 (cada) no quarto coletivo) e as poucas tomadas no quarto. Esqueci de mencionar quanto foi em Curitiba: R$ 47 a diária (associado HI, no quarto coletivo) com café-da-manhã.
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Como chegamos bem no fim da tarde em Blumenau, só deu para ir conhecer a Vila Germânica (foto), que ainda estava em preparação para a "Oktober". Como conhecemos mais uma mochileira (Milena), decidimos rachar um Uber até lá (bem mais em conta que um ônibus). O ambiente da Vila é ótimo e com bons restaurantes, mas bem salgado pro bolso. Apesar de ter várias lojinhas de artesanato é melhor segurar a ansiedade e comprar no Centro.

2º DIA: Resolvemos sair cedo e ir andando para conhecer o Centro. Depois de uns 40 minutos, chegamos ao Centro Histórico. Primeiro, fizemos uma parada para tirar fotos no Relógio das Flores, em um fonte e em frente à Prefeitura:

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Depois, seguimos pela Rua XV de Novembro, onde você vai encontrar várias lojinhas a partir de R$ 1,99 para comprar suas lembrancinhas. Meu conselho é pesquisar bem porque quanto mais você andar, mais barato fica. rs. A dica é procurar primeiro a “Feira de Artesanato” (R. XV de Novembro, 1091), e depois se faltar algo, volte às lojinhas de 1,99. Também conseguimos um lugar bom e barato para almoçar: O Porão Restaurante e Buffet (R. XV de Novembro, 701). Você desce uns lances de escada e encontra buffet livre+sobremesa+suco por R$ 9,99. O buffet é bem satisfatório. Seguindo a XV de Novembro, há outros pontos turísticos: “Loja Havan”, “Catedral Metropolitana” e o “Mausoléu Dr. Blumenau”. Já saindo da XV de Novembro, você encontra o “Marco Zero”, a “Rua das Palmeiras” e o “Museu da família Colonial”: Vejam as fotos:

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IMG_20171003_123641020Como queríamos ir até o final dos pontos turísticos, andamos mais uns 10 minutos até a Igreja Luterana (foto). Pena que o interior estava fechado, mas a igreja é muito bonita. Há muitos outros atrativos para conhecer, mas o nosso saldo foi muito bom. Foram mais de 3 horas de caminhada que valeram a pena! rs. Se você quer ir a Blumenau e conhecer tudo, segue um mapa para ajudar na orientação(só clicar que amplia):
mapa_turistico_gramado
Para fechar a noite, fomos a um rodízio de pizza na Catedral da Pizza (Rua Coronel Feddersen, 20). Lá também serve massas, petiscos e sobremesas. Tudo muito delicioso e com atendimento nota dez! Nunca me diverti tanto em um rodízio. rs. Pagamos R$ 40 (por pessoa) pelo rodízio+bebida+serviço.

3º DIA: Era o primeiro dia da “Oktoberfest” e o tradicional desfile na Rua XV de Novembro (à noite). No entanto, a partir daquele dia a hospedagem seria o dobro, aí partimos para Joinville/SC logo de manhã.

Sobre os transportes públicos: Não optamos em usar por dois motivos:
1 – Muitos trechos fizemos à pé;
2 – Como éramos em três, saía bem mais barato pegar um uber do que gastar quase 4,00(cada uma) no ônibus. Pra se ter ideia, cada trecho de uber não chegava a 7,00.
Saldo de Blumenau: É a "capital da cerveja", mas os "não-cervejeiros" vão adorar também. E para esses que não bebem, acho legal fazer uma programação curta, como por exemplo: Joinville, Blumenau e Balneário de Camboriú em uma semana! Até o próximo post!!!

BAÚ DO BETO: JÁ COMEMOREI O MEU ANIVERSÁRIO NO BETO CARRERO WORLD!

  Planejar meu aniversário é uma das coisas que mais amo na vida! E no ano de 2014, resolvi comemorar na minha recente paixão: Beto Carrero ...