segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Água, o essencial (e caro) em qualquer viagem!

677Você já parou para pensar o quanto gastou consumindo água em sua última viagem?Vamos simular que você não levou nenhuma garrafinha reserva e já saiu comprando aquela água cara do aeroporto. Dali pra frente é só gastos e mais gastos. A primeira lição é entender que suco ou refrigerante não vão substituir a água que você precisa consumir diariamente. A partir disso, você começa a pensar que vai ter que consumir em média 2 litros de água por dia, e se for comprar aquelas garrafinhas de 500 ml, você vai gastar de R$ 16 a R$ 32 por dia! o valor de um almoço ou jantar. Isso porque a média de valores que vendem estas garrafinhas é de 4,00 a 8,00. Com o passar do tempo você vai aperfeiçoando a arte de economizar em viagens, mas se tiver orientação é bem melhor, não é mesmo?

frasco-do-plástico-de-5-litros-8342471Independente da duração da viagem, a minha dica é que você vá ao mercado e compre 3 garrafas lacradas de água mineral (já achei até de 0,80!). Assim você não acumula peso na bagagem e já tem o seu primeiro dia de água garantido. Chegando ao seu destino, procure logo um mercado ou mercearia que venda aqueles garrafões de 5 litros. Eles custam em média R$ 5 ou R$ 6. Se estiver mais de uma pessoa com você, vale comprar mais de um garrafão. Aí é só ir abastecendo as três garrafinhas conforme necessidade. Se você estiver hospedado(a) em um local com geladeira ou frigobar, marque as suas garrafas para que o estabelecimento não ache que você está consumindo as dele. Se não tiver, conforme-se em beber água natural (eu já estou mais que acostumada). Não é ruim e mata a sede sim! Não esqueça de transportar as suas garrafas (mesmo vazias) para todos lugares, pois pode ser que apareça algum bebedouro e você economiza mais um pouco. Se preferir levar uma squeeze ou outro tipo de garrafa, também não é ruim, mas é um volume a mais em sua mochila. As garrafas de plástico podem ser descartadas ao final de cada semana (no caso de viagem longa) e será menos volume na hora de voltar pra casa. E se o lugar que eu for não vender este garrafão? Compre a de 1,5 lt ou 2 lt,vai depender do valor total. Bom, essas foram as minhas dicas de uma viagem com muita hidratação e pouco prejuízo financeiro em água. Então, economize, mas NÃO deixe de beber ÁGUA!

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

3º Destino do Mochilão Sul do Brasil: Joinville/SC

IMG_20171004_162846708E Vamos falar de Joinville! É uma cidade simpática, mas não turística. Eu e minha amiga Vanda chegamos lá no dia 04/10 no final da manhã. Então chamamos um uber direto ao nosso destino: Hotel Bella Júlia, que fica bem próximo ao  “Zoobotânico” e ao “Mirante de Joinville” (as atrações que valem a pena na cidade). A diária para quarto duplo é de R$ 100. Tínhamos planejado dois dias em Joinville, mas pesquisando aqui e ali, percebemos que um dia seria o suficiente. Então, assim que chegamos, deixamos nossas mochilas no Hotel e fomos caminhando até o Zoobotânico (cerca de 10 minutos). Mas antes, paramos para almoçar no restaurante “Casa do Capitão”(bem na entrada do Zoo). Boa comida e com um preço bom (não gastamos mais que R$ 20 comida+suco). De lá, fomos visitar o Zoobotânico (entrada gratuita). *”O parque traz a flora e a fauna da Mata Atlântica, com 200 animais em cativeiro, como tucanos e jabutis e muitos outros que co-habitam o parque com o complexo florestal do Morro da Boa Vista. O local tem uma área de 17 mil metros quadrados e foi construído após uma reivindicação dos moradores da cidade. O parque tem uma área reservada para a recreação infantil.”
Vejam algumas fotos:

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No Zoobôtanico existe uma linha de ônibus que leva ao “Mirante de Joinville” no morro da Boa Vista. Você paga R$ 4,50 e tem direito a voltar. Os intervalos dos ônibus são de aproximadamente 40 minutos durante  a semana e 20 final de semana. Se quiser subir de graça, tem que ter um bom preparo físico para encarar as ladeiras (todo trecho é asfaltado). O trajeto à pé de aproximadamente 2,3 km. Não é permitido a entrada de veículos particulares ou motos. Mesmo com espírito de aventura, fomos e voltamos de ônibus.

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O mirante possui dois pontos de observação em uma trilha suspensa de madeira de 600 metros. Quando o ônibus estaciona, difícil saber por onde começar a sessão de fotos. E nós começamos pelo mirante principal: com uma altura de 14,5 metros em relação ao solo e uma área de 70 metros quadrados, é uma estrutura em concreto armado, que contempla escadaria e elevador (no dia não estava funcionando). Também há banheiros e bebedouros. Esta estrutura está a 240 metros do nível do mar e permite uma visão em 360 graus da cidade de Joinville. Ao chegar no topo, o barulho do vento e a paisagem são atrações imperdíveis.

IMG_20171004_141811037_HDRIMG_20171004_141918659_HDRAo descer do Mirante principal, você vê uma estrutura de madeira que chamam de “Janela de Contemplação”, uma espécie de segundo mirante, com dez metros de altura, que oferece uma visão privilegiada da área central e do bairro América. O piso em madeira de itaúba tem uma área de 138 metros quadrados. Também vale visitar para tirar aquelas fotos!


IMG_20171004_142406753Para completar o passeio, fizemos a trilha suspensa  (foto) em volta do Mirante. Muito legal! E por sorte da Vanda, não vimos nenhuma cobra (ela odeia. rs). Depois de explorar tudo, o jeito foi esperar o transporte da volta. O legal é que o terminal desse ônibus fica no Centro da cidade. Sendo assim, conseguimos dar continuidade ao nosso passeio. Chegando no Centro, fomos a dois pontos turísticos: a Rua das Palmeiras e o Museu Nacional da Imigração e Colonização.


IMG_20171004_153414417_HDRA Rua das Palmeiras (foto à esq.) foi construída entre 1866 e 1870. A rua principal é interditada para passagem de veículos, sobrando espaço para aquele passeio de fim de tarde ou final de semana. IMG_20171004_153021702Achei tudo muito conservado tranquilo. Ao final da rua tem o “Museu Nacional da Imigração e Colonização”(foto à dir.). O local guarda objetos e documentos relacionados ao processo histórico de imigração e colonização no sul do país e constitui um importante ponto turístico da cidade. O museu possui entrada gratuita e é aberto de terça a domingo das 10h às 16h. Decidimos então conhecer o último ponto interessante (para nós): o Pórtico de Joinville. Chamamos um táxi (99táxi) pra usar aquele descontinho básico e lá fomos nós! O Pórtico possui apenas o “Pórtico”, pois o atendimento ao turista não funciona. Ao lado há um Moinho e um bar (bem caro por sinal). Ao lado deste bar, é só você descer as escadarias que há uma ponte com um lago com patos. Ali já é a Expoville de Joinville. Vejam algumas fotos:

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Voltamos de Uber até o hotel, e finalizamos nosso roteiro. A noite foi apenas para descanso e sanduba na cozinha do hotel mesmo. rs. Por quê mais uma vez usamos serviço de Uber?e agora 99táxi? Porque tínhamos pouco tempo para rodar tudo e também por comodidade.

No próximo post, dicas de um item essencial em um mochilão e para sua saúde: Água! Muita água!! Até!!

domingo, 12 de novembro de 2017

2º Destino do Mochilão Sul do Brasil 2017: Blumenau/SC

IMG_20171002_194356298O trajeto mais lógico saindo de Curitiba seria Joinville, mas como estávamos às vésperas da “Oktoberfest’ (altíssima temporada), o mais econômico seria ir primeiro à Blumenau. E fomos! Reservamos isso para os dias 2 a 4 de Outubro de 2017. Foi um trajeto bem cansativo (quase 5 horas de ônibus,) mas deu tudo certo. Nos hospedamos no aconchegante Stamm Hostel, (foto) que ainda estava vazio. A localização é boa (mercado e restaurante por perto), mas fica um pouco distante do Centro (para quem anda a pé). As desvantagens deste Hostel é não incluir o café-da-manhã na diária (pagamos R$ 50 (cada) no quarto coletivo) e as poucas tomadas no quarto. Esqueci de mencionar quanto foi em Curitiba: R$ 47 a diária (associado HI, no quarto coletivo) com café-da-manhã.
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Como chegamos bem no fim da tarde em Blumenau, só deu para ir conhecer a Vila Germânica (foto), que ainda estava em preparação para a "Oktober". Como conhecemos mais uma mochileira (Milena), decidimos rachar um Uber até lá (bem mais em conta que um ônibus). O ambiente da Vila é ótimo e com bons restaurantes, mas bem salgado pro bolso. Apesar de ter várias lojinhas de artesanato é melhor segurar a ansiedade e comprar no Centro.

2º DIA: Resolvemos sair cedo e ir andando para conhecer o Centro. Depois de uns 40 minutos, chegamos ao Centro Histórico. Primeiro, fizemos uma parada para tirar fotos no Relógio das Flores, em um fonte e em frente à Prefeitura:

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Depois, seguimos pela Rua XV de Novembro, onde você vai encontrar várias lojinhas a partir de R$ 1,99 para comprar suas lembrancinhas. Meu conselho é pesquisar bem porque quanto mais você andar, mais barato fica. rs. A dica é procurar primeiro a “Feira de Artesanato” (R. XV de Novembro, 1091), e depois se faltar algo, volte às lojinhas de 1,99. Também conseguimos um lugar bom e barato para almoçar: O Porão Restaurante e Buffet (R. XV de Novembro, 701). Você desce uns lances de escada e encontra buffet livre+sobremesa+suco por R$ 9,99. O buffet é bem satisfatório. Seguindo a XV de Novembro, há outros pontos turísticos: “Loja Havan”, “Catedral Metropolitana” e o “Mausoléu Dr. Blumenau”. Já saindo da XV de Novembro, você encontra o “Marco Zero”, a “Rua das Palmeiras” e o “Museu da família Colonial”: Vejam as fotos:

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IMG_20171003_123641020Como queríamos ir até o final dos pontos turísticos, andamos mais uns 10 minutos até a Igreja Luterana (foto). Pena que o interior estava fechado, mas a igreja é muito bonita. Há muitos outros atrativos para conhecer, mas o nosso saldo foi muito bom. Foram mais de 3 horas de caminhada que valeram a pena! rs. Se você quer ir a Blumenau e conhecer tudo, segue um mapa para ajudar na orientação(só clicar que amplia):
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Para fechar a noite, fomos a um rodízio de pizza na Catedral da Pizza (Rua Coronel Feddersen, 20). Lá também serve massas, petiscos e sobremesas. Tudo muito delicioso e com atendimento nota dez! Nunca me diverti tanto em um rodízio. rs. Pagamos R$ 40 (por pessoa) pelo rodízio+bebida+serviço.

3º DIA: Era o primeiro dia da “Oktoberfest” e o tradicional desfile na Rua XV de Novembro (à noite). No entanto, a partir daquele dia a hospedagem seria o dobro, aí partimos para Joinville/SC logo de manhã.

Sobre os transportes públicos: Não optamos em usar por dois motivos:
1 – Muitos trechos fizemos à pé;
2 – Como éramos em três, saía bem mais barato pegar um uber do que gastar quase 4,00(cada uma) no ônibus. Pra se ter ideia, cada trecho de uber não chegava a 7,00.
Saldo de Blumenau: É a "capital da cerveja", mas os "não-cervejeiros" vão adorar também. E para esses que não bebem, acho legal fazer uma programação curta, como por exemplo: Joinville, Blumenau e Balneário de Camboriú em uma semana! Até o próximo post!!!

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

1ºDestino Mochilão Sul do Brasil 2017: Curitiba/PR

Para começar a sequência de posts sobre a viagem que fiz com minha amiga Vanda pelo Sul em Outubro deste ano, vamos falar de Curitiba. Mas, dividido em duas partes: A primeira vez que visitei a cidade (Setembro de 2012) e desta vez como primeiro destino do Mochilão (30/09 a 02/10/2017).  

Feriadão de 7 de Setembro de 2012:
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A minha primeira ida a Curitiba foi em companhia das minhas recém-amigas-e-colegas de trabalho Vanda e Manu. Decidimos ir no feriadão de 7 de setembro porque outras datas não cabiam no orçamento e na agenda. Foram somente três dias, mas deu para conhecer bastante a cidade. Claro, não o suficiente, porque não tínhamos experiência em organizar roteiro e faltaram algumas atrações turísticas (sempre falta). Chegando lá, pegamos um ônibus executivo que tem parada quase em frente ao Hostel. Na época, a passagem era R$ 10 (Em 2017, está R$ 15).Optamos em nos hospedar no Hostel Roma, filiado à rede HI (Hostelling Internacional), que preza uma boa estadia com um bom preço custo/benefício. Por isso, sempre confio nos albergues e pousadas que possuem certificação HI. Entendo que as pessoas sempre ficam meio apreensivas com Albergue, mas garanto que a qualidade do Roma é superior a muitos hotéis econômicos por aí. Na época, decidimos pegar um quarto privativo (também não confiávamos 100% em albergues. rs). O bom do Roma é a localização (fica no Centro da cidade e bem próximo (10 minutos) da Rodoviária), tem transporte público e um shopping (sempre bom ter um shopping por perto, né? rs).

1º DIA: Em Curitiba, existe um ônibus direcionado aos turistas, o Linha Turismo, que funciona quase todos os dias (exceto às segundas). O valor na época era R$ 27, e você poderia reembarcar 4 vezes durante o trajeto. São 25 pontos turísticos, e por isso é uma “mão na roda” para quem tem pouco tempo ou não tem carro alugado. A grande sacada foi achar aqueles pontos que estão bem próximos ao outro e ir andando algumas vezes pra economizar o ticket, e assim conseguimos entrar em 5 pontos turísticos. Os visitados foram:
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- Jardim Botânico: Bonito, conservado e muito visitado. Vale a pena passear por lá todas as vezes que você for à Curitiba. “Além da estufa que lembra o antigo Palácio de Cristal de Londres, dos jardins geométricos e do bosque de mata nativa, o lugar abriga o Museu Botânico, com espécies que são referência nacional. O Museu ainda tem espaço para exposições, biblioteca e auditório.”

- Ópera de Arame/Pedreira Paulo Leminski:DSCF4333
Um bom lugar para passear. Um evento lá deve ser muito bonito.“Com estrutura tubular e teto transparente, a Ópera de Arame é um dos símbolos emblemáticos de Curitiba. Inaugurada em 1992, acolhe todo tipo de espetáculo, do popular ao clássico, e tem capacidade para 1.572 espectadores. Em meio a lagos, vegetação típica e cascatas, faz parte do Parque das Pedreiras juntamente com a Pedreira Paulo Leminski, que desde 1989 é cenário para a encenação da Paixão de Cristo e outros grandes eventos. A Pedreira pode abrigar, ao ar livre, 20.000 pessoas.
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- Parque Tanguá (bem próximo a Opera de Arame): Eu particularmente adorei esse lugar! Se você tiver disposição, dá para ir andando da Ópera de Arame até o Parque. São aproximadamente 30 minutos e algumas ladeiras. rs. Mas vale a pena pra economizar um ticket!
“Inaugurado em 1996, faz parte do projeto de preservação do Rio Barigui, juntamente com o Parque Tingui e Barigui. Destacam-se no parque duas pedreiras, unidas por um túnel de 45m, que pode ser atravessado a pé por uma passarela sobre a água. Possui pista de cooper, ciclovia, mirante, lanchonete e o Jardim Poty Lazzarotto. Considerado um dos melhores locais para apreciar o pôr do sol em Curitiba.”
Quando fomos em 2012 não me informei sobre a existência da Pedreira, e quando voltamos neste ano (2017) estava em obras. Então, acho que precisaremos ir mais uma vez para completar o passeio. rs.

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- Santa Felicidade: O melhor lugar (e mais caro) para almoçar!! Mas como sempre tem aquele dia de comer bem na viagem, valeu muito. Fomos ao recomendado Velho Madalosso. Eu não lembro o que comi, mas que saí feliz, saí (exceto com a conta, mas o que uma hora extra não cura?rs).
“Santa Felicidade é a primeira colônia de italianos de Curitiba, formada por imigrantes da região do Vêneto que chegaram ao Brasil em 1878. De suas tradições nasceram as atrações que caracterizam o bairro, como a grande quantidade de restaurantes típicos, as vinícolas e as lojas de artesanato e móveis de vime.”
Como somente almoçamos em Santa Felicidade, não deu tempo visitar outros pontos do bairro. Na viagem de 2017, tentamos descer em outras paradas dentro do bairro, mas por conta de ser domingo o ônibus não parou ou esquecemos de sinalizar que queríamos conhecer outros pontos além dos restaurantes.
DSC01687- Torre Panorâmica : A primeira atração com cobrança na entrada (na época era 3,50 e hoje está a 5,00). “Foi inaugurada em 1991 e é suporte da telefonia celular. O mirante de 109,5 metros de altura permite uma visão de 360 graus da cidade e dos contornos da Serra do Mar. No piso, um mapa em relevo indica pontos importantes de Curitiba. O painel de Poty Lazzarotto, por sua vez, mostra o desenvolvimento da capital. Na entrada da Torre está o Museu do Telefone.”
Eu gostei, mas não gostei a ponto de voltar. A visão 360º é legal, mas o vidro atrapalha aquela foto especial que poderia tirar da cidade. Um exemplo é o Mirante do Encanto, em Itapema/SC (já coloquei na minha nova lista de atrações turísticas). Um Mirante com mais de 130 metros de altura, proporcionando um visual espetacular e com entrada gratuita. #Ficaadica
Somente vimos pela janelinha:
- Teatro Paiol, Parque Tingui, Memorial Ucraniano, Portal Italiano e Parque Barigui: Das duas vezes que passei por estes pontos (2012 e 2017) não deu vontade de descer. Tirei fotos de longe mesmo!
Outras paradas da Linha Turismo:
- Rota que incluía o “Passeio Público”, “Memorial Árabe”, “Centro Cívico'”, “Museu Oscar Niemeyer”, “Bosque do Papa”, “Bosque do Alemão”, “Universidade Livre do Meio Ambiente” e “Parque São Lourenço” estava fechada por causa do desfile de 7 de setembro e reforma no Museu.
- O passeio ao “Setor histórico”, “Rua das Flores”, “Praça Tiradentes”, “Museu Ferroviário” e “Paço da Liberdade” foi à pé. A “Rodoferroviária” conhecemos no passeio de trem, relatado a seguir. Já a “Rua 24 horas” ficou para 2017.

DSCF44112º DIA: Fomos passear de trem!! Além de Curitiba, há 2 destinos bem próximos: Morretes de trem e Ilha do Mel (que não consegui fazer até hoje). Nesta viagem de 2012, optamos em fazer o passeio de trem para Morretes. Ao mesmo tempo que a viagem é incrível, tem que ter estômago para enfrentar 3 horas de viagem quase em ritmo desacelerado. E o calor de 40º no dia não ajudou (sem exageros, tava quente mesmo). Chegando na simpática cidade de Morretes, todo mundo “corre” logo para as barraquinhas de cachaça artesanal ou para os famosos restaurantes com rodízio de frutos do mar e barreado (carne cozida com farinha de mandioca).
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Como o lema era gastar e fazer hora extra depois, fomos comer no Madalozo (à beira do rio Nhundiaquara). Lá servia o rodízio de frutos do mar e uma demonstração da “virada do barreado”: o garçom prepara na hora, e a carne fica tão consistente que não desgruda do prazo. Aí a graça é virar o prato na cabeça do cliente.  Nem sei como surgiu essa brincadeira ou costume, mas colocamos a Manu como vítima. rs. Ela ficou realmente preocupada com o penteado, mas deu tudo certo (foto ao lado retrata o desespero de Manu). Já pensou se cai? No mínimo, teríamos que ganhar um rodízio grátis. kkk. O restaurante é ótimo, mas vá preparado para levar uma “facada” no orçamento. rs.
As barraquinhas de Morretes também são ótimas, mas nada muito extenso para se passar um dia inteiro. Voltamos para Curitiba antes de anoitecer. Seguem algumas fotos de Morretes:

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3º DIA: Quando passamos pelo Centro Histórico na Linha Turismo, percebemos que daria certo realizar este passeio à pé e no nosso último dia em Curitiba. Então, aproveitamos que era Domingo e fomos primeiro na “Feira do Largo da Ordem”. É uma boa pedida para você incluir no seu roteiro. Depois, conhecer o Centro histórico completou o nosso feriadão em Curitiba.
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Primeiros dias de Mochilão: Outubro de 2017

Resolvemos começar a nossa extensa viagem por Curitiba por 2 motivos: a passagem de avião estava bem barata e ficaram alguns pontos turísticos sem visitação. A forma mais preguiçosa de começar o mochilão foi…não fazer do “estilo mochileiro”. A única coisa de mochileiro foi a hospedagem: Ficamos novamente no Hostel Roma, mas desta vez em quarto coletivo. Não tenho o que reclamar, qualidade sempre boa. Teimosamente, pegamos o ônibus executivo do aeroporto (novamente!)e foi aquela volta quase turística (ele faz praticamente metade do trajeto da Linha de Turismo) até chegar o nosso ponto. Em época de Uber e 99táxi, melhor rachar com os amigos e ir direto para o Hostel.Desta vez, somente tínhamos o domingo (01/10) para passear,e então fizemos algo bem simples e totalmente turístico: pegamos o ônibus Linha Turismo (agora custa R$ 45) e conseguimos visitar mais 4 pontos que não conhecíamos e retornar ao Centro histórico e ao Jardim Botânico (numa tentativa frustrada de ver o pôr-do-sol, pois ficou nublado). Os novos pontos visitados foram:

22221821_10210577050324998_6997256435775880858_n- Museu Oscar Niemeyer: Quando estivemos em Curitiba a primeira vez, esta rota estava fechada e não deu para ir lá. O Museu é muito bonito e tem espaço para você “fuxicar” gratuitamente e também tem exposições pagas.
"O MON, como é conhecido, é um dos maiores museus da América Latina. Seu acervo abriga mais de 2.200 obras de artistas reconhecidos nacional e internacionalmente. Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sua estrutura de 35 mil m² se destaca entre 144 mil m² de área verde. O complexo é formado pelo prédio principal, projetado em 1967, o novo anexo, concebido em 2001 e inspirado na araucária, árvore de grande porte e símbolo do Paraná. A forma elíptica e as paredes de vidro desse novo anexo conferiram ao MON o carinhoso e popular apelido de “Museu do Olho”."

22049993_10210577096566154_1954707195133568991_n- Bosque do Papa João Paulo II/Memorial Polônes: Fica bem próximo ao Museu e a entrada é gratuita. O que mais gosto e respeito em Curitiba é esse cuidado com o bem público e com a limpeza (tanto nos parques quanto nas ruas).
“Foi inaugurado em 13 de dezembro de 1980, logo após a visita do Papa João Paulo II a Curitiba, em julho do mesmo ano.  Sua área, de 46 mil m², fez parte da desapropriação que envolveu a antiga fábrica de velas Estearina. As sete casas feitas de troncos são lembrança viva da fé e da luta dos imigrantes poloneses, contendo objetos como a velha carroça, a pipa de azedar, repolho e uma imagem da padroeira, a Virgem Negra de Czestochowa. O quadro da padroeira está na casa abençoada pelo Papa (foto), que serviu de capela no dia de sua visita. Em Curitiba, a imigração polonesa começou em 1871.”

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- Bosque do Alemão: Foi a surpresa mais agradável do passeio!! Pois, você pensa que se trata de um portal, e bem atrás dele tem uma trilha (contando a história de João e Maria) muito legal e termina em um mirante (depois de vários lances de escada). Vale a pena descer nesta parada (se for na Linha Turismo) ou estacionar o seu carro. Aproveitamos para tirar muitas fotos! 
“O bosque homenageia não apenas os imigrantes alemães como também o valioso legado da cultura alemã para a humanidade.”

22050074_10210578922291796_6488758230046893012_n- Rua 24 Horas: “Inaugurada em 1991, a Rua 24 Horas foi reaberta em novembro de 2011.”
Na minha avaliação pessoal, é uma mini-rua coberta com pequenos restaurantes, lanchonetes, lojas e bares que dizem funcionar 24 horas. no entanto, menos da metade estava funcionando. Por isso, vá lá, tire a sua foto e vá embora. Se estiver na Linha Turismo, não vale a pena descer.
Na segunda-feira (02/10), encaramos o propósito mochileiras e fomos caminhando para a Rodoviária, onde partimos para Blumenau. Nosso próximo post!!!









sábado, 4 de novembro de 2017

O Retorno

DSC08530-1Resolvi reativar o blog “Na Estrada”, porque recentemente fiz uma viagem incrível de 25 dias pelo Sul do Brasil e senti vontade de compartilhar um pouco dessa experiência. Deste o último post (2012), fiz muitas viagens, e espero contar todas, mesmo com anos de atraso. rs. O próximo post será dedicado aos 3 primeiros dias da aventura “Sulista”, que foi em Curitiba. E como já havia estado lá em setembro de 2012, vou comentar sobre as duas viagens. Assim será uma ajudinha pra  você que ainda não conhece Curitiba e não sabe por onde começar a sua viagem pra lá!!! 

BAÚ DO BETO: JÁ COMEMOREI O MEU ANIVERSÁRIO NO BETO CARRERO WORLD!

  Planejar meu aniversário é uma das coisas que mais amo na vida! E no ano de 2014, resolvi comemorar na minha recente paixão: Beto Carrero ...